Um artigo publicado esta semana pelo professor Edward Delizere, da Universidade de Princeton nos EUA, causou tumulto na comunidade científica internacional ao sugerir que o sol não é composto por hélio, mas por pólvora. O estudo, que levou 22 anos para ser concluído, sugere de maneira clara e convicta que a pólvora seja o combustível que mantém as explosões solares. “Começamos a desconfiar quando observamos radiações do comprimento de onda das liberadas pelo enxofre [abundante na pólvora] emitidas pelo sol. No começo achamos a idéia absurda, custamos a acreditar, mas hoje estamos certos de que o sol é feito de pólvora”, explica o professor Delizere, radiante com a repercussão do estudo. “Os impactos desta descoberta transcendem o campo de estudo até mesmo da astronomia. Estamos ponderando quanto nossa descoberta pode influenciar na estimativa que se faz sobre a idade do universo, mas já adianto que muitas novidades ainda estão por vir este ano”, complementa um de seus alunos.
O elemento Hélio, do qual acredita-se atualmente que o sol seja composto, tem seu nome derivado do grego helios, ou seja, Sol, e foi assim batizado quando da descoberta que o sol é (?) composto por este elemento. Curiosamente, quando essa descoberta foi feita, em 1912, a idéia também custou a ser aceita pela comunidade científica.
Um comentário:
Não precisaria de oxigênio pra queimar a pólvora?
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