35 alunos do curso do curso de Engenharia de Telecomunicações da Universitè Paris, na capital francesa, foram ontem vítimas de um golpe que tem assombrado a comunidade acadêmica européia. Atraídos pelas vantagens oferecidas por uma suposta ONG que distribuiria tentadoras bolsas de pesquisa a alunos de ciências exatas e tecnológicas periodizados nos seus cursos, os estudantes esforçaram-se em corrigir o histórico acadêmico almejando a suada periodização. Porém, assim que ficaram periodizados, 35 dos 47 alunos inscritos no programa foram inocentemente submetidos a um processo de decomposição em séries de Fourier pela organização. O professor Jean Luprevoix, titular da cadeira de Processamento de Sinais na Universidade e suspeito de ter sido o canal de entrada dos criminosos no campus, foi intimado a prestar depoimento e encontra-se foragido.
O Dr. Pedro Miguel Abatti, especialista em patologias acadêmicas, comentou a gravidade do crime cometido pela organização criminosa: "A decomposição em séries de Fourier é um processo simples e muito útil em vários campos da matemática, física e engenharia. Porém, jamais devemos submeter seres humanos ao processo". O médico explicou, em entrevista coletiva, que as limitações físicas dos aparelhos hospitalares que temos atualmente não permitiram uma recomposição perfeita dos estudantes, já que tal processo pressupõe o processamento de frequências infinitas, o que, segundo o Prof. Marcos Olandoski na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, só os israelenses são capazes de fazer. Entre os danos consequentes da perda das frequências de ordem elevada podem estar amnésia recente, falta de apetite e sinuosidades na face e outras regiões do corpo.
O Dr. Pedro Miguel Abatti, especialista em patologias acadêmicas, comentou a gravidade do crime cometido pela organização criminosa: "A decomposição em séries de Fourier é um processo simples e muito útil em vários campos da matemática, física e engenharia. Porém, jamais devemos submeter seres humanos ao processo". O médico explicou, em entrevista coletiva, que as limitações físicas dos aparelhos hospitalares que temos atualmente não permitiram uma recomposição perfeita dos estudantes, já que tal processo pressupõe o processamento de frequências infinitas, o que, segundo o Prof. Marcos Olandoski na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, só os israelenses são capazes de fazer. Entre os danos consequentes da perda das frequências de ordem elevada podem estar amnésia recente, falta de apetite e sinuosidades na face e outras regiões do corpo.
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