quarta-feira, 2 de novembro de 2011
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Programa Espacial brasileiro ganha novo impulso
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou hoje a criação de um programa de cooperação entre as agências espaciais brasileira e venezuelana. A cooperação permitirá a sonhada criação do MoLLA, ou Módulo Lunar Latino-Americano. A previsão é de que uma missão tripulada ocorra já em 2013, levando uma força-tarefa conjunta de cientistas e astronautas da América Latina.
"Essa é a oportunidade que nós povos latinos sempre sonhamos em ter", diz o ministro da Defesa venezuelano, Gen. Ramón Carrizales. "Com esse módulo, mais a tecnologia brasileira de foguetes já existente e a excepcional localização da base de Alcântara, colocaremos a América Latina a frente do mundo nas pesquisas espaciais".
Ainda não está claro se o módulo permitirá uma longa estadia na Lua, ou se será uma base permanente com missões regulares de reabastecimento. A idéia de um laboratório fixo no satélite divide a opinião dos especialistas. Enquanto a possibilidade de descobertas é fantástica, há de se levar em conta a segurança e o psicológico dos cientistas.
"Morar no espaço por muito tempo é terrível para a saúde física e mental", diz Angus Waterbridge, astronauta americano que morou 6 meses na ISS (Estação Espacial Internacional). "Seu corpo perde muito cálcio, os ossos ficam fracos, a comida é horrível, e o espaço pequeno compartilhado em várias pessoas potencializa os atritos já naturais em qualquer ambiente". Mas há um porém: "se houver um rodízio de tripulantes, talvez uma base permanente seja possível sem uma rebelião", completa com bom humor o major aposentado.
No seu último pronunciamento, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que "já estava na hora do povo ter o seu lugar na exploração espacial, cujos resultados até hoje só beneficiaram os países ricos do Hemisfério Norte". Mais comedido, Nelson Jobim diz que o avanço será marcante para a história não só do continente, mas do mundo.
Os detalhes do desenvolvimento ainda não foram acertados, mas o mais provável é que quase todo o esforço fique concentrado nos laboratórios do ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), em São José dos Campos. Algumas partes, porém, como o sistema de filtragem de ar e reciclagem de dejetos, serão feitas na Universidade de Caracas. Os experimentos a serem realizados na Lua ainda não foram definidos, mas o entendimento é que todos os países latinos que desejarem poderão enviar ao menos um cientista e equipamentos.
"Essa é a oportunidade que nós povos latinos sempre sonhamos em ter", diz o ministro da Defesa venezuelano, Gen. Ramón Carrizales. "Com esse módulo, mais a tecnologia brasileira de foguetes já existente e a excepcional localização da base de Alcântara, colocaremos a América Latina a frente do mundo nas pesquisas espaciais".
Ainda não está claro se o módulo permitirá uma longa estadia na Lua, ou se será uma base permanente com missões regulares de reabastecimento. A idéia de um laboratório fixo no satélite divide a opinião dos especialistas. Enquanto a possibilidade de descobertas é fantástica, há de se levar em conta a segurança e o psicológico dos cientistas.
"Morar no espaço por muito tempo é terrível para a saúde física e mental", diz Angus Waterbridge, astronauta americano que morou 6 meses na ISS (Estação Espacial Internacional). "Seu corpo perde muito cálcio, os ossos ficam fracos, a comida é horrível, e o espaço pequeno compartilhado em várias pessoas potencializa os atritos já naturais em qualquer ambiente". Mas há um porém: "se houver um rodízio de tripulantes, talvez uma base permanente seja possível sem uma rebelião", completa com bom humor o major aposentado.
No seu último pronunciamento, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que "já estava na hora do povo ter o seu lugar na exploração espacial, cujos resultados até hoje só beneficiaram os países ricos do Hemisfério Norte". Mais comedido, Nelson Jobim diz que o avanço será marcante para a história não só do continente, mas do mundo.
Os detalhes do desenvolvimento ainda não foram acertados, mas o mais provável é que quase todo o esforço fique concentrado nos laboratórios do ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), em São José dos Campos. Algumas partes, porém, como o sistema de filtragem de ar e reciclagem de dejetos, serão feitas na Universidade de Caracas. Os experimentos a serem realizados na Lua ainda não foram definidos, mas o entendimento é que todos os países latinos que desejarem poderão enviar ao menos um cientista e equipamentos.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Cientistas prometem teletransporte até 2050
Ficção científica? Sonho distante? Essas são geralmente as respostas de cientistas e estudiosos quando perguntados sobre o famoso teletransporte. Porém, uma equipe da Universidade de Montreal divulgou ontem os resultados do primeiro teste conhecido com corpos maiores que um átomo, deixando a comunidade científica incrédula e em polvorosa.
De acordo com o relatório, foi teletransportada uma minúscula barra de lítio de 0.01mm de comprimento, a uma distância de 1 metro.
Apesar de parecer pouco, o feito é notável por ter superado a maior dificuldade do teletransporte: a remontagem da estrutura atômica do objeto. Cientistas (e escritores de ficção) tem quebrado a cabeça nas últimas décadas tentando figurar alguma forma, ainda que teórica, de realizar esta remontagem.
"Imagine que para transportar um objeto, tenhamos que primeiro quebrá-lo em minúsculas peças de quebra-cabeça", diz o coordenador da equipe, Dr. Karl Renaux. "Mas as peças podem se encaixar de qualquer forma, e não há como saber se elas estão na ordem certa ou não, além de todas serem iguais. Parece um trabalho impossível".
Segundo a diretoria de Transferência Tecnológica da universidade, os cientistas estão proibidos de dar maiores detalhes de como fizeram isso, pois o potencial da tecnologia é tão revolucionário que pode gerar recursos virtualmente ilimitados para a universidade, se patenteada e comercializada.
Especialistas prevêem que ela estará disponível comercialmente em torno de 2050, embora apenas para transporte de objetos inanimados. Segundo o Dr. Renaux, "o transporte não é rápido como nos filmes. Montar um ser vivo aos poucos seria fatal, ainda estamos muito longe de conseguir algo assim".
De acordo com o relatório, foi teletransportada uma minúscula barra de lítio de 0.01mm de comprimento, a uma distância de 1 metro.
Apesar de parecer pouco, o feito é notável por ter superado a maior dificuldade do teletransporte: a remontagem da estrutura atômica do objeto. Cientistas (e escritores de ficção) tem quebrado a cabeça nas últimas décadas tentando figurar alguma forma, ainda que teórica, de realizar esta remontagem.
"Imagine que para transportar um objeto, tenhamos que primeiro quebrá-lo em minúsculas peças de quebra-cabeça", diz o coordenador da equipe, Dr. Karl Renaux. "Mas as peças podem se encaixar de qualquer forma, e não há como saber se elas estão na ordem certa ou não, além de todas serem iguais. Parece um trabalho impossível".
Segundo a diretoria de Transferência Tecnológica da universidade, os cientistas estão proibidos de dar maiores detalhes de como fizeram isso, pois o potencial da tecnologia é tão revolucionário que pode gerar recursos virtualmente ilimitados para a universidade, se patenteada e comercializada.
Especialistas prevêem que ela estará disponível comercialmente em torno de 2050, embora apenas para transporte de objetos inanimados. Segundo o Dr. Renaux, "o transporte não é rápido como nos filmes. Montar um ser vivo aos poucos seria fatal, ainda estamos muito longe de conseguir algo assim".
sábado, 30 de maio de 2009
Movimento prega anexação de Curitiba à Argentina
Um curioso movimento político nascido nos anos 80 em Curitiba tomou força de maneira notável na internet nos últimos meses. Trata-se do CDP (Coretuba del Plata), título que faz alusão à suposta correta ortografia do nome da capital paranense no idioma Tupi, associada à plata (prata) símbolo tradicional argentino. Os adeptos do CDP pregam nada menos do que a anexação do município de Curitiba à República Argentina, e dizem não se importar com as consequências disso, como a instituição do espanhol como idioma oficial da cidade e a necessidade de passaporte para longas estadias em municípios vizinhos como São José dos Pinhais e Ponta Grossa. Os entusiastas do movimento fundamentam sua causa na cultura e no estilo de vida do povo curitibano, sabidamente mais fechado a relações sociais do que o brasileiro de outras regiões, característica da qual os adeptos do CDP orgulham-se e que afirmam estar alinhada com a cultura dos nossos vizinhos argentinos. A descendência predominantemente européia do povo curitibano e o clima da cidade são outros pontos constantemente abordados. O grupo, porém, nega defender qualquer tipo de preconceito ou discriminação e afirma apenas estar buscando unir Curitiba com sua verdadeira cultura e tradição, já que a capital, segundo eles, "nada tem a ver com o Brasil".
Manoel Esel, criador do movimento em 1985, hoje vê a causa do CDP apenas com bom-humor, apesar de respeitar a seriedade com que os novos membros tratam o assunto. "Quando somos jovens e sem muitas obrigações, é normal nos ocuparmos com essas idéias revolucionárias", afirma Manoel, enquanto mostra sorridente o álbum em que registra fotos de pequenas passeatas realizadas pelo movimento nos anos 80 e no começo dos anos 90. O grupo hoje conta com os recursos da tecnologia da informação, articula debates e organiza manifestações através de um grupo de e-mails e de uma comunidade no site de relacionamentos Orkut. A sede erguida pelos criadores do grupo no bairro Vila Isabel ainda é mantida pelos participantes atuais, que ministram aulas gratuitas de espanhol e palestras e seminários sobre as culturas hispânica, argentina e brasileira.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
"Reciclagem" de alimentos sugere novo paradigma de consumo
"Magra de ruim!!" Quem nunca ouviu esse ou outro entre tantos comentários criativos sobre pessoas que não dispensam uma boa mesa, muito açúcar e lipídios e mesmo assim continuam esbeltas?
O que se sabe já há algum tempo é que a tendência em assimilar a energia dos alimentos (e armazená-la na forma de gordura) é majoritariamente genética, o que significa que a necessidade ou não de cuidados com o peso vem do berço. Mas uma pergunta que ainda não tinha sido feita chamou a atenção dos nutricionistas e geneticistas essa semana: se a pessoa não absorve boa parte da energia dos alimentos, para onde vai essa energia? A resposta é simples e talvez até óbvia: para as fezes. No entanto, o que causou mesmo polêmica foi a segunda pergunta: como reaproveitar essa energia? Ou, mais adiante: poderá estar aí a solução do problema da desnutrição?
É isso mesmo: a idéia dos professores e pesquisadores Alexandre Vieira Santos e Carlos Augusto Filipini, ambos da Universidade de Brasília, é a criação de uma barra energética a partir das fezes de pessoas com baixo IAE (índice de aproveitamento energético, um valor que reflete quanta energia a pessoa absorve dos alimentos). A idéia, é claro, esbarra num problema publicitário e mercadológico, já que provavelmente nenhuma indústria alimentícia estará disposta a lançar um produto a base de fezes humanas. Os professores esperam, no entanto, qua alguma ONG abrace a idéia e produza as barras energéticas no esforçp de combater a desnutrição, sem qualquer fim lucrativo. Na próxima sexta-feira haverá uma reunião com duas das principais ONG's do ramo atuantes no Brasil, a Brasil Nutrido e a norte-americana Feed for Life, esta última famosa por embarcar em projetos inusitados como o reaproveitamento de cobaias de laboratório no combate à fome.
Os professores têm recebido e-mails de sociólogos, padres e profissionais de diversas áreas criticando a solução e acusando-a de ser humilhante e até mesmo nojenta. Seguros de seu propósito, os professores respondem: "Talvez os críticos tenham mesmo razão, mas o que fazemos é lançar idéias para serem ou não aproveitadas. Estamos convictos que é dessa forma que as boas soluções aparecem".
O que se sabe já há algum tempo é que a tendência em assimilar a energia dos alimentos (e armazená-la na forma de gordura) é majoritariamente genética, o que significa que a necessidade ou não de cuidados com o peso vem do berço. Mas uma pergunta que ainda não tinha sido feita chamou a atenção dos nutricionistas e geneticistas essa semana: se a pessoa não absorve boa parte da energia dos alimentos, para onde vai essa energia? A resposta é simples e talvez até óbvia: para as fezes. No entanto, o que causou mesmo polêmica foi a segunda pergunta: como reaproveitar essa energia? Ou, mais adiante: poderá estar aí a solução do problema da desnutrição?
É isso mesmo: a idéia dos professores e pesquisadores Alexandre Vieira Santos e Carlos Augusto Filipini, ambos da Universidade de Brasília, é a criação de uma barra energética a partir das fezes de pessoas com baixo IAE (índice de aproveitamento energético, um valor que reflete quanta energia a pessoa absorve dos alimentos). A idéia, é claro, esbarra num problema publicitário e mercadológico, já que provavelmente nenhuma indústria alimentícia estará disposta a lançar um produto a base de fezes humanas. Os professores esperam, no entanto, qua alguma ONG abrace a idéia e produza as barras energéticas no esforçp de combater a desnutrição, sem qualquer fim lucrativo. Na próxima sexta-feira haverá uma reunião com duas das principais ONG's do ramo atuantes no Brasil, a Brasil Nutrido e a norte-americana Feed for Life, esta última famosa por embarcar em projetos inusitados como o reaproveitamento de cobaias de laboratório no combate à fome.
Os professores têm recebido e-mails de sociólogos, padres e profissionais de diversas áreas criticando a solução e acusando-a de ser humilhante e até mesmo nojenta. Seguros de seu propósito, os professores respondem: "Talvez os críticos tenham mesmo razão, mas o que fazemos é lançar idéias para serem ou não aproveitadas. Estamos convictos que é dessa forma que as boas soluções aparecem".
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Inventor Cria Moto-Contínuo
O inventor João Taborda, conhecido como "Seu Taborda", morador do município de Campo Magro-PR, anunciou nesta segunda-feira ter criado um moto-contínuo ou máquina de movimento perpétuo. Segundo "Seu Taborda" a máquina carinhosamente apelidada de "Juliana" (estamos no mês de Julho) viola as leis da física. O princípio de funcionamento da "Juliana" é simples, consiste em uma roda d'água que bombeia água para uma cisterna, esta despeja a água novamente na roda d'agua, o processo ocorre por tempo indeterminado. Preso à roda existe um gerador eléctrico. "A Juliana é perfeita, eu levei 36 anos para projectá-la e construí-la", diz "Seu Taborda". O Dr. Osvaldo Oliveira, professor de Física da Universidade Federal do Paraná, analisou o equipamento em funcionamento e afirma que é um legítimo moto-contínuo. Diz ainda que o Inventor Taborda quebrou muitos paradigmas da Física, principalmente na área da termodinâmica, sendo esta talvez a solução para a crise de energia do país. "Seu Taborda" diz que pretende vender a invenção para alguma companhia de energia nacional, semana que vem, haverá uma reunião com accionistas e engenheiros da Petrobrás para ver a viabilidade da implantação da "Juliana" em escala maior e em território nacional.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Estudante é expulso após defecar sobre prova
João Rosa Santos, aluno do quarto ano do curso de Química da Universidade Federal do Paraná, sofreu ontem o desligamento obrigatório do curso. João respondia um processo de sindicância por ter defecado sobre uma folha de prova durante a avaliação final da disciplina Cálculo Diferencial e Integral II, em dezembro do ano passado. Amigos do estudante relataram que ele havia prometido evacuar sobre a prova como forma de protesto, caso esta estivesse muito difícil. João cursava a disciplina pela quarta vez e vinha há tempo tendo problemas pessoais com o professor. O aluno, que já havia tido duas suspensões ao longo do curso, recusou-se a dar entrevista.
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