"Magra de ruim!!" Quem nunca ouviu esse ou outro entre tantos comentários criativos sobre pessoas que não dispensam uma boa mesa, muito açúcar e lipídios e mesmo assim continuam esbeltas?
O que se sabe já há algum tempo é que a tendência em assimilar a energia dos alimentos (e armazená-la na forma de gordura) é majoritariamente genética, o que significa que a necessidade ou não de cuidados com o peso vem do berço. Mas uma pergunta que ainda não tinha sido feita chamou a atenção dos nutricionistas e geneticistas essa semana: se a pessoa não absorve boa parte da energia dos alimentos, para onde vai essa energia? A resposta é simples e talvez até óbvia: para as fezes. No entanto, o que causou mesmo polêmica foi a segunda pergunta: como reaproveitar essa energia? Ou, mais adiante: poderá estar aí a solução do problema da desnutrição?
É isso mesmo: a idéia dos professores e pesquisadores Alexandre Vieira Santos e Carlos Augusto Filipini, ambos da Universidade de Brasília, é a criação de uma barra energética a partir das fezes de pessoas com baixo IAE (índice de aproveitamento energético, um valor que reflete quanta energia a pessoa absorve dos alimentos). A idéia, é claro, esbarra num problema publicitário e mercadológico, já que provavelmente nenhuma indústria alimentícia estará disposta a lançar um produto a base de fezes humanas. Os professores esperam, no entanto, qua alguma ONG abrace a idéia e produza as barras energéticas no esforçp de combater a desnutrição, sem qualquer fim lucrativo. Na próxima sexta-feira haverá uma reunião com duas das principais ONG's do ramo atuantes no Brasil, a Brasil Nutrido e a norte-americana Feed for Life, esta última famosa por embarcar em projetos inusitados como o reaproveitamento de cobaias de laboratório no combate à fome.
Os professores têm recebido e-mails de sociólogos, padres e profissionais de diversas áreas criticando a solução e acusando-a de ser humilhante e até mesmo nojenta. Seguros de seu propósito, os professores respondem: "Talvez os críticos tenham mesmo razão, mas o que fazemos é lançar idéias para serem ou não aproveitadas. Estamos convictos que é dessa forma que as boas soluções aparecem".
O que se sabe já há algum tempo é que a tendência em assimilar a energia dos alimentos (e armazená-la na forma de gordura) é majoritariamente genética, o que significa que a necessidade ou não de cuidados com o peso vem do berço. Mas uma pergunta que ainda não tinha sido feita chamou a atenção dos nutricionistas e geneticistas essa semana: se a pessoa não absorve boa parte da energia dos alimentos, para onde vai essa energia? A resposta é simples e talvez até óbvia: para as fezes. No entanto, o que causou mesmo polêmica foi a segunda pergunta: como reaproveitar essa energia? Ou, mais adiante: poderá estar aí a solução do problema da desnutrição?
É isso mesmo: a idéia dos professores e pesquisadores Alexandre Vieira Santos e Carlos Augusto Filipini, ambos da Universidade de Brasília, é a criação de uma barra energética a partir das fezes de pessoas com baixo IAE (índice de aproveitamento energético, um valor que reflete quanta energia a pessoa absorve dos alimentos). A idéia, é claro, esbarra num problema publicitário e mercadológico, já que provavelmente nenhuma indústria alimentícia estará disposta a lançar um produto a base de fezes humanas. Os professores esperam, no entanto, qua alguma ONG abrace a idéia e produza as barras energéticas no esforçp de combater a desnutrição, sem qualquer fim lucrativo. Na próxima sexta-feira haverá uma reunião com duas das principais ONG's do ramo atuantes no Brasil, a Brasil Nutrido e a norte-americana Feed for Life, esta última famosa por embarcar em projetos inusitados como o reaproveitamento de cobaias de laboratório no combate à fome.
Os professores têm recebido e-mails de sociólogos, padres e profissionais de diversas áreas criticando a solução e acusando-a de ser humilhante e até mesmo nojenta. Seguros de seu propósito, os professores respondem: "Talvez os críticos tenham mesmo razão, mas o que fazemos é lançar idéias para serem ou não aproveitadas. Estamos convictos que é dessa forma que as boas soluções aparecem".